Aprendi que “... somos discípulos apenas enquanto nos mantemos sob a sombra da Cruz”; que “... a cruz é tanto um símbolo da nossa salvação quanto um padrão para nossa vida.”; que “... ser como Cristo é ser cristão”; que “... a cruz não é uma mensagem sobre sofrimento, mas sobre o Cristo sofredor que me amou e entregou a si mesmo por mim”; que “... há incompatibilidade radical entre respeito humano e fé em Jesus Cristo”; que “... o testemunho que Jesus nos mandou dar ao mundo é que nos amássemos uns aos outros e nós privamos o mundo dele”; que “... a Igreja não falava de temas determinados com os novos, pois o testemunho persuasivo era o modo que se vivia, não as palavras que se falava”; que “... há dois tipos de cristãos: os que imitam Jesus e os que se satisfazem em favor dele”; que “... edificar o reino é um empreendimento silencioso e oculto”; que “... devemos nos portar diante do sofrimento de alguém não usando o idioma bíblico”; que “... o discipulado é estar pronto para obedecer a Cristo de forma tão incondicional quanto os primeiros discípulos”; que “... apenas quem crê é obediente e apenas quem é obediente crê”; que “... os únicos requerimentos para filiação são a consciência experiencial de Jesus como Senhor salvífico, rendição à influência do Espírito Santo, compromisso estável com a missão de edificar sob a marca de Jesus”; que “... se você detém a verdade, a vida de todo o mundo é uma mentira”; que “... quando somos tomados pelo poder de grande afeição, somos capacitados a arriscar”; que “... Deus usa qualquer um”; que “... temos que ter coragem de arriscar tudo no evangelho da graça e aceitar total suficiência da obra redentora de Cristo”; que “... viver sem risco é arriscar não viver”; que “... cada um será a soma de suas escolhas diante de Cristo”; que “... estar tranqüilo é estar em perigo”; que “... arriscar tudo na assinatura de Jesus é a marca do discipulado autêntico”; que “... o primeiro passo na fé é parar de pensar a respeito de Deus na hora da oração e sim crer com a totalidade do nosso ser”; que “...falar incessantemente a respeito de Deus não significa estar na presença de Deus”; que “...nobres empreendimentos cristãos tais como escrever, falar e pensar sobre Deus, oração, reuniões,etc, podem me afastar de Deus”; que “...espiritualidade de devoções difere de espiritualidade contemplativa.Esta exige mudança de consciência”; que “...se não somos capazes de reconhecer o valor de se estar simplesmente sozinho com Deus, na qualidade de amado, sem fazer nada, arrancamos violentamente o coração do cristianismo”; que “ ...é necessário ficar sozinho e o mundo e muitos dentro da igreja não compreenderão”; que “ Deus não tem importância alguma até que tenha suprema importância”; que “ esquecer-se de si mesmo parece ser fácil, mas exige nada menos do que a crucificação do ego”; que “...todo homem e mulher que já respiraram serão avaliados ,pesados e medidos unicamente em termos do seu relacionamento com o Carpinteiro de Nazaré”; que “...se há na vida pessoal ou profissional de um cristão qualquer prioridade maior do que o senhorio de Jesus Cristo, ele ou ela estão desqualificados como testemunhas do evangelho”; que “...a fé jamais é baseada em seguranças humanas”;que “...a jornada de Abraão é um paradigma de toda fé autêntica.Seu movimento é na direção da obscuridade, do indefinido, da ambigüidade e não de um plano predeterminado e claramente delineado para o futuro”; que “ orar pelos outros é derramar nosso sangue, gastar a nós mesmos sem levar em conta o custo em empatia e compaixão.É também mergulhar na mente de Jesus”.
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